Domingo, 10 de Dezembro de 2006
...
Sem coragem para escrever a palavra FIM, porque a vida continua e os devaneios também...
Neste mês que me é tão especial, encerro definitivamente este espaço.
MWoman
Quarta-feira, 12 de Julho de 2006
Férias
Este verão não há devaneios.
Aqui.
Encerramos para férias.
Também temos direito, não?
Ali.
Em vossa casa, no cinema, na praia ou no jardim...
Devaneiem, sim?
Terça-feira, 20 de Junho de 2006
Parabéns, querida Vulcão!

Bolas, mulher, o que penei para apanhar o vizinho distraído e roubar-lhe esta flor!
É para ti, com o carinho e a amizade que mereces!
Um dia feliz!
Devaneio escrito por: MWoman
música: Happy birthday (Stevie Wonder)
Domingo, 21 de Maio de 2006
Pausa

Há outros devaneios que chamam por nós!
Até...um dia destes!
*Foto: Zefiro
Quarta-feira, 17 de Maio de 2006
Uma foto, um pensamento ( IX )

Muitos sons captam a minha atenção.
As vozes são os principais.
Fascina-me o que uma voz é capaz de fazer.
Já me arrepiei com uma voz sussurrada, já me excitei com uma voz quente e sensual, já chorei ao ouvir palavras proferidas de forma dolorosa, já me ri às gargalhadas com as cumplicidades que uma voz é capaz de transmitir, já me encantei com um "gosto de ti" dito de forma especial.
Mas depois há outros sons...
No ano passado descobri que sou apaixonada pelos sons das gaitas-de-foles.
Assim, como quem nos abre uma janela que não víamos antes e a surpresa é tão boa, que ficamos fascinados com a paisagem que se nos depara.
Aquele som agudo, como um riso de alma, contagia quem o ouve e quase não se consegue permanecer quieto ao ouvi-lo.
Apetece(-nos) celebrar a vida!
A foto é minha e retrata os Galandum Galandaina , a actuar ao vivo.
Devaneio escrito por: Vulcão
Domingo, 14 de Maio de 2006
Uma foto, um pensamento ( VIII )

Saudades da sua voluntariosidade e dos seus caprichos!
Escrevi-lhe mas não obtive resposta.
Se por algum acaso tropeçarem nela ao virar de uma qualquer banheira, dêem-lhe um abraço!
Devaneio escrito por: MWoman
Sexta-feira, 12 de Maio de 2006
Uma foto, um pensamento ( VII )

Prendeste-me com amarras de ferro, indestrutíveis.
Nem as ameaças do Tempo e do tempo, corrosivos, lhes faz abrandar a força.
E eu deixo-me estar aprisionada, de livre vontade.
Devaneio escrito por: Vulcão
Terça-feira, 9 de Maio de 2006
Uma foto, um pensamento ( VI )

_ São vida!
_ O quê?
_ As tuas mãos.
(sorriso)
_ Meu Deus, como gosto delas!
_ E assim? (descendo as minhas mãos pelo teu corpo...)
_ Ainda gosto mais!
_ Continuo?
_ Não pares nunca!
Devaneio escrito por: MWoman
Sexta-feira, 5 de Maio de 2006
Uma foto, um pensamento ( V )

Fazes-me voar no teu corpo.
Porque só ele me dá a sensação única de sair de mim própria e não ter limites para me deter.
Às vezes dou comigo a querer saber até onde isso me leva, se encontro alguma fronteira.
Mas desisto, porque a racionalidade me é indiferente quando me sentes.
E vês-me assim e queres ir mais longe. Não me deixo ir, não sem ti.
Tu, comigo.
Uma noite falei com as estrelas, aonde me levaste, sorrateiro.
Disseram-me, em surdina, que brilhas (sempre) no infinito, que somos.
Sorri, com o sorriso cúmplice dos amantes.
Perguntei-lhes se sabias disso. Disseram-me que não.
Que quando perceberes, vais brilhar ainda mais.
De felicidade!
Devaneio escrito por: Vulcão
Terça-feira, 2 de Maio de 2006
Uma foto, um pensamento ( IV )

Parámos naquela margem, a ria ao nosso lado.
Lembro-me que foi nela que os meus olhos se refugiaram para não te olhar.
_ É um adeus?
Senti-te a voz trémula, os olhos verdes de água.
Abracei-te porque não sei dizer adeus.
Pegaste num papel e numa caneta. Querias deixar uma prova do teu amor, talvez a última.
_ Não o faças – pedi-te.
Abraçaste-me. Mais. Cada vez mais. E ficámos assim um segundo, dois, uma eternidade...
Devaneio escrito por: MWoman
Sábado, 29 de Abril de 2006
Uma foto, um pensamento ( III )

Perguntaste-me:
- Esquerda ou direita?
Respondi-te:
- Encontra-me!
Questionaste, ainda:
- E se me perder?
Disse-te, sonhadora:
- O caminho nem sempre é o que se imagina. Estarei à [tua] espera, no fim.
Até lá, a viagem é tua.
Devaneio escrito por: Vulcão
Sexta-feira, 28 de Abril de 2006
Uma foto, um pensamento ( II )

Sabes, voltei ao nosso banco de madeira e quase não reconheci o lugar.
A vegetação cresceu, a madeira envelheceu e os pássaros deixaram de chilrear.
Ou então, fui eu que não os ouvi, tão absorta estava noutros vozes.
Sentei-me e fiquei à escuta.
Ouvia-se o queixume das árvores à passagem do vento.
Senti frio.
Sabes aquele frio que sinto quando toda a gente teima em dizer que está calor?
Sentada, dei comigo à conversa.
Palavra puxa palavra e desenterrei uns quantos diálogos que outrora mantive contigo.
Sabes, já não sei onde acaba a realidade e começa a minha imaginação, mas quase juraria que foram conversas nossas. Mas acrescentei-lhes novos argumentos, acrescento sempre.
Não os irá conhecer.
Esgotaram-se as palavras entre nós. Elas já só existem dentro de mim.
Terias sempre mais argumentos que eu. Tinhas sempre.
Alguma vez me ouviste?
Vou tirar uma fotografia.
Quero ter a certeza que estive aqui.
Devaneio escrito por: MWoman
Foto: MariaMar
Quinta-feira, 27 de Abril de 2006
Uma foto, um pensamento ( I )
E que tal... "uma foto e um pensamento", propus.
A MWoman hesitou, pensou e concordou.
E cá estamos, juntas, a dar início a mais um ciclo de Devaneios.
Divertidos, sérios, alegres, melancólicos... podem ser de qualquer tipo, mas sempre e muito nossos.
Os que nos visitam e lêem vão, pois, poder acompanhar o desenrolar da nossa ideia: as fotos têm copyright de cada uma de nós, devidamente identificadas, e serão acompanhadas por uma legenda, que poderá ser um simples pensamento, um complexo texto de reflexão, 1 ou 1000 palavras... ao sabor da nossa imaginação.
Acompanhem-nos!
Devaneio escrito por: Vulcão
música: Spell (Nina Simone)
Quarta-feira, 26 de Abril de 2006
Comentários (Parte IV)
Comentários poéticos: tipo “quando devaneio faço poesia”.
Objectivo: cada um sabe do seu.
Exemplo: Servem de bons exemplos comentários como os do almaro e do frog.
Resposta ao comentário: Deixam-me de tal forma sem palavras que as respostas nem merecem qualquer referência.
Devaneio cumprido.
Os “comentários” acabam aqui!.
Devaneio escrito por: MWoman
Segunda-feira, 24 de Abril de 2006
Comentários (Parte III)
Muitos mais haveria daqueles que nada têm a acrescentar mas que insistem em ser notados e de receber em troca o mesmo tipo de mimos.
Mas desses não rezará a história do Devaneios!
A maior parte dos visitantes deste espaço, já são considerados amigos, de tanto os gostar de ver por aqui e pelo gozo que me dão as suas palavras escritas. Desses destacarei apenas dois tipos de comentários, os hilariantes e os poéticos.
Venham eles.
Comentários hilariantes: do tipo “ri que te estou a fazer cócegas”!
Objectivo: gargalhar; afinal tristezas não pagam dívidas! Rir também não, mas faz bem à saúde! ( e já agora se puderes passar no meu, agradecia, mas fá-lo com gosto e boa disposição!)
Respostas aos comentários: Nunca lhes chegam aos calcanhares, com muita pena minha.
Devaneio cumprido.
Siga-se para parte seguinte.
Devaneio escrito por: MWoman
Quinta-feira, 20 de Abril de 2006
Comentários (Parte II)
Comentários fugazes: tipo “marcar o ponto”.
Objectivo: Passa no meu!
Exemplo: “Uh, uh...
Passei por aqui! Gostei muito embora não tenha tido tempo para ler porque estou com muita pressa. Voltarei mais vezes!” ( se fores ao meu, claro!)
Resposta ao comentário: Ah sim? Quem diria? Quase não dava pela tua passagem. Sim, sim, volta as vezes que quiseres. E continua sem ler, vais ver que não perdes nada! E faz-me um favor, continua a deixar comentários desses. Adoro ficar irritada!
Devaneio cumprido.
Siga-se para parte seguinte.
Devaneio escrito por: MWoman
Terça-feira, 18 de Abril de 2006
Comentários (Parte I)
Tempos houve, nestas andanças da blogosfera, que escrever comentários me dava um gozo que não sei exprimir em palavras.
Já os fiz de todos os géneros e feitios. Desde os mais disparatados
aos mais sérios. Quando as palavras teimavam em sair, surgiram
os económicos. Mas sempre sentidos.
Hoje leio muito mais do que comento. Não sei porquê e nem perco tempo a pensar no assunto.
Todo este relambório para escrever sobre comentários em blogs.
Começarei por aqueles que têm a particularidade de me irritar, acabando obviamente naqueles que leio com prazer.
Parte I
Comentários em série: tipo “copy/paste” distribuídos numa dúzia de blogs ( no mínimo!).
Objectivo: visitas ( e comentários) em série também (pelas minhas podem esperar sentados, ou deitados, sei lá, sempre se cansam menos).
Exemplo: “ O sol hoje está lindo/ muito quente/ amanhã chove/ e depois de amanhã logo se verá” (isto está duma profundidade que é desta que escrevo livro para leitura obrigatória na “casinha” das necessidades).
Resposta ao comentário: Ah, pois. Muito bem “dizido”. Só não entendi algo mas juro que me estou a esforçar. O post é sobre comentários e não sobre o tempo atmosférico. Mas, pensando bem ( e com muito esforço mesmo) é um comentário! Bem hajas e faz-me um favor, desampara-me a loja!
Devaneio cumprido.
Siga-se para parte seguinte.
Devaneio escrito por: MWoman
Quinta-feira, 13 de Abril de 2006
Reencontro
O dia de ontem começou cedo, sendo o culminar de uma noite mal-dormida.
Depois de correr para apanhar o comboio a tempo, enganei-me a comprar o bilhete.
Quando cheguei à estação de destino, tudo estava diferente e lá fui sair no local exactamente oposto ao que era suposto e onde me aguardavam.
Coisas que parece só a mim acontecem!

Mas eis que chego, finalmente e de novo, a Aveiro.
Sou recebida calorosa e amigavelmente pelas MWoman e MariaMar, com beijos e abraços (ou abraços e beijos), mesmo ali à porta da estação.
E logo me vejo com uma Convocatória nas mãos, em formato de papel, que ditaria o nosso itinerário para aquele dia há muito esperado por nós, com lugar para improvisos e espontaneidade, como não poderia deixar de acontecer.
Porque a amizade é assim, feita de momentos de cumplicidade, que precisam de ar puro e sol para viver e crescer.

Fomos em direcção à Costa Nova, aonde ficou provado que Natal é quando as mulheres quiserem (a minha teoria é outra, mas para o caso esta é a que nos assenta que nem luva).
Trocamos presentes, atrasados mas sempre actuais. Embrulhados de carinho e recheados de simbolismo.
E fomos almoçar, que os estômagos já começavam a queixar-se de falta de atenção.
Não o fizemos sem antes registar fotograficamente, para mais tarde rever, aqueles momentos e aquele lugar tão bonito (encantam-me as casas coloridas e “riscadas” que por lá predominam).

Ao contrário do que seria imaginável, por estarmos em terras de pescadores, escolhemos carne.
Não se pode dizer que tenha sido a melhor escolha, mas, no meu caso, aquele mar em pano de fundo (ou de lado) compensou a falta de sabor da comida.
E o que nos rimos, às gargalhadas, com as nossas trocas de “galhardetes verbais”… até deixarmos os ocupantes da mesa atrás roídos de inveja (‘perem lá, aquilo seria mesmo inveja ou outra coisa?!).
Fomos depois até mais perto do mar e tirámos mais fotos.
Vimos uma senhora na praia, a passear tranquilamente vestida apenas de um fato-de-banho, apesar do vento forte que se fazia sentir. Praia a quanto obrigas!
Pela minha parte, deixei-me deliciar pela grandeza do mar. O resto era paisagem!

O ponto seguinte na agenda foi uma visita ao Navio-Museu Santo André.
Depois de umas voltas a mais (obviamente de reconhecimento do terreno, que nós não nos perdemos!), lá chegámos e fomos fazer a visita à exposição que lá estava patente.
Gostei! Da exposição, cuja temática era a água, e de conhecer por dentro um antigo bacalhoeiro.
De imaginar as viagens em alto mar de homens corajosos, que se aventuravam para ganhar a vida.
De dar largas à minha concepção daquele espaço e dos seres humanos que o habitaram, até lhe ser decretada a morte.
De fotografar recantos escondidos.

Quando saímos de lá, guardei cá dentro emoções particulares e que sei vou guardar por muito tempo. Porque às vezes não encontramos explicação para os “cliques” que se dão no nosso íntimo.
Fomos depois, numa visita rápida, à Gafanha, ver a marina.
Engraçado foi, para mim, encontrar “semelhanças” com Veneza (ou estou cheia de saudades da Sereníssima ou o sol afectou-me as células cinzentas!). Ver a ria a separar assim as duas margens foi um dejá-vú.
Os nossos passos levaram-nos depois a uma catedral do consumo, para o nosso lanche.
Com o tempo a escassear (porque quando estamos bem, os ponteiros do relógio parecem ser impiedosos na sua corrida veloz e quando estamos mal parecem deixar-se arrastar e fazer-nos exasperar), as meninas foram levar-me à estação.
Foi com mais dois abraços apertados que desta vez nos despedimos: “Adeus e até ao meu regresso”.
E eu vim, na viagem que me traria ao ponto de partida daquele dia, a recordar sensações, cheiros, sorrisos, palavras.
É bom saborear assim a Amizade!
Devaneio escrito por: Vulcão
música: Love Generation (Bob Sinclar)
Terça-feira, 11 de Abril de 2006
Intervalo
Os Devaneios seguem dentro de algumas horas!
Nos entretantos, "Devorame Otra Vez", mas devora-me com jeitinho!
música: Devorame Otra Vez
Sábado, 1 de Abril de 2006
Non sense

Imagem daqui
_ Sapinho, se eu te der um beijo, prometes-me uma coisa?
_ Yes, dear. What ever you want. Just ask!
_ Ficas tal e qual mas tal e qual mesmo o George Clooney?
_ A promise is a promise! ( ainda há gajas que acreditam em sapos!)
_ Eu sabia!!!! I love you, dear. (deixa-me fingir que engulo esta....)
_______________________________
_ Sapinho, desapareceu a FobiaVI, dás-me uma mãozinha?
_ Of course, my dear, frog legs can it helps?
_ Pernas! Para que te quero?!
_Deep fried! It’s a delicious!
_ Cruzes, credo! E a Fobia?
_Vanished! Without fear!
Devaneio escrito por: MWoman
Mistérios, recompensas e afins...
Afinal o velhinho Devaneios continua aqui mas o penúltimo post (Fobia VI) desapareceu juntamente com os seus comentários.
Oferece-se recompensa a quem o encontrar!
As arrumações vão continuar.
Não abram os arquivos, pleeease! Andam por aí pratos nas gavetas das cuecas e copos pendurados nos armários. Ou serei eu que estou vesga?
Devaneio escrito por:
MWoman
estou:
Quarta-feira, 29 de Março de 2006
Título?!?
Vamos fazer uma pausa.
E aproveitá-la para fazer a migração deste espaço para a nova plataforma do Sapo. Se nos próximos dias aqui entrarem e sentirem que em vez de devaneio isto virou pesadelo, não se assustem, seremos com certeza nós a dizer mal da nossa vidinha e a maltratar o batráquio.
Já sinto calafrios quando penso que tenho de clicar em migração. Acabo de descobrir nova fobia mas não viro costas a um desafio.
Apenas quero lá os textos e todos os vossos comentários.
O resto? Depois se vê...cada coisa a seu tempo. Este template vai desaparecer. Está na altura de lhe dizer adeus.
Mudanças?!? Sim...why not? Vamos a elas!
Voltamos a seguir...Até...
Devaneio escrito por: MWoman
Terça-feira, 21 de Março de 2006
Fobias ( V )
_ Importas-te de te afastar um pouco que estou a ficar com falta de ar?
_ Olha, querida, quem está com falta de ar sou eu!
_ Ninguém diria!
_ Acho que é fobia a elevadores!
_ Ah, interessante! E precisas de estar em cima de mim?
_ Acho que me estou a sentir mal. Não me queres fazer respiração boca-a-boca?
_ Impossível! Quem está a ficar "afóbica" sou eu!
_ A... quê?
_ Isso que ouviste...
_ É contagiante?
_ Às tantas!
_ Haverá salvação para nós?
_ Para mim há com toda a certeza!
_ Humm...como assim?
_ Basta ver-me livre de ti!
______________________________
Pronto, agora ando em fase de os despachar a todos! Terá Freud
explicação para isso? Se tem, poupem-me aos pormenores, sim?
Ok, encantada da vida. Continuarei!
Devaneio escrito por: MWoman
Domingo, 19 de Março de 2006
Fobias ( IV )
Tenho medo de um dia não saber chorar.
Tenho medo de um dia não conseguir sorrir mais.
Tenho medo de me fechar em mim própria.
Tenho medo de fugir dos outros.
Tenho medo de deixar de gostar de escrever.
Tenho medo de permitir o enferrujar da minha imaginação.
Tenho medo de parar de querer mimar os outros.
Tenho medo de não saber mais ouvir.
Tenho medo de desistir.
Tenho medo de não mais querer perseguir os meus sonhos.
enho medo de um dia (ou uma noite) desaprender a amar.
Devaneio escrito por: Vulcão
Quinta-feira, 16 de Março de 2006
Fobias ( III )
_ Ai, ando tão cansada!
_ Ui, também eu, também eu! E só de pensar nas limpezas ao
sótão que tenho para fazer...
_ Sótão?!? Desde quando tens tu disso?
_ Ai, filha, credo, levas tudo à letra!
_ Pois... e que limpezas são essas então?
_ Olha, tenho de limpar umas teias de aranha mas tenho cá
um medo das altitudes!
_ Altitudes?!? Alturas, queres tu dizer, não?
_ Ai, filha, então não é tudo a mesma coisa?
_ Se tu o dizes...
_ Mas assim que olho para o escadote dão-me cá uns arrepios!
_ Calafrios!
_ Porra, mulher, que prazer o teu em me contrariares!
_ Pudera!
_ Achas que é uma fobia?
_ Às limpezas?
_ Não! Ao escadote!
Devaneio escrito por: MWoman